
A carência que corrói, que corrompe o mais frio calculista.
Faz do bravo Leão um gato domesticado.
Carência que te deixa tão doce, frágil, abobado.
É na carência que você cai. Cai sem ver que de quem sãos os braços.
"-Não me importo... sendo um forte abraço".
Te deixa tonto, lerdo, meloso.
Carência que te faz vulgar e ao mesmo tempo inocente.
Te deixa na cama fantasiando ‘um dia’.
Passe carência...
Deixe-a pensar.
Deixe-a ser a heroína que salva o mocinho, e não a donzela que espera na janela.
Te deixa tonto, lerdo, meloso.
Carência que te faz vulgar e ao mesmo tempo inocente.
Te deixa na cama fantasiando ‘um dia’.
Passe carência...
Deixe-a pensar.
Deixe-a ser a heroína que salva o mocinho, e não a donzela que espera na janela.
-Sãmela Paula
Nenhum comentário:
Postar um comentário